Adryana, Mônica, Ariela e Renê são os novos moradores da Baia em A Fazenda 18

 

A Prova de Fogo deste domingo (27) definiu os novos moradores da Baia em A Fazenda 18 — e o resultado mexeu com o tabuleiro a dois dias da formação da segunda Roça. Adryana Ribeiro, Mônica Fonseca e Ariela Carasso, nessa ordem de desclassificação, perderam a corrida pelo Lampião do Poder e carimbaram o passaporte direto para o cômodo mais indesejado da sede, em Itapecerica das Chamas.

Coube ao trio decidir, em consenso, quem completaria o quarteto — e a escolha recaiu sobre Renê Thristan. Os quatro agora dividem o "hotel meia estrela" do reality com a égua Serena, perdem os pergaminhos valiosos da semana e ficam um passo mais perto do temido banquinho da berlinda, com a Roça marcada para terça-feira (29).

Como a Baia foi definida na noite de domingo

A dinâmica da noite transformou os peões em ovos gigantes dentro de um gigante de feno. O objetivo era conquistar uma vaga na caixa de ovos: ao som da música "O Carro Do Ovo Chegou!", que ecoava pelo ambiente, os competidores corriam para garantir um lugar — e a cada rodada um espaço vazio era bloqueado, dificultando ainda mais a disputa. Só valia correr quando a música parava de tocar.

Pelas regras da prova, os três primeiros a ficarem sem vaga na caixa garantiam automaticamente um lugar na Baia. Adryana foi a primeira a cair, seguida por Mônica e depois por Ariela. A quarta vaga, porém, não saiu da competição: ficou nas mãos das três desclassificadas, que precisaram chegar a um consenso sobre quem fecharia o time. O nome escolhido foi o de Renê Thristan — uma decisão que diz muito sobre a leitura de jogo do trio.

Renê Thristan: uma semana para esquecer

Para Renê, a ida à Baia coroa uma sequência dura dentro do jogo. Dias antes, ele havia sido vetado por Serginho Hondjakoff da festa da sede — ao lado de Ana Bruna Ávila — e agora se vê jogado no quarto mais desconfortável da casa, dividindo o espaço com a égua Serena e dormindo sob o rótulo de alvo.

A escolha do trio também revela o termômetro da casa: Renê, que já vinha sendo citado em conversas e articulações ao longo da semana, entra na Baia carregando o peso de ser visto como um nome frágil no tabuleiro. E a Baia, como o próprio programa define, é "lugar perigoso no jogo" — um cômodo que coloca os competidores "na mira da berlinda, sem falar na falta de conforto". Para quem já estava na corda bamba, é o pior cenário possível às vésperas da votação.

Ariela Carasso: da suspeita de "traíra" à Baia

Ariela Carasso viveu um fim de semana de extremos. Horas antes da Prova de Fogo, ela era o centro de uma desconfiança que agitou o Rancho do Fazendeiro: Mayk Leão a apontou como a principal suspeita de ter vazado a "arma secreta" do grupo da Fazendeira — o flagrante do "sequestro" das barrinhas de proteína — para o grupo rival de Jottapê.

A peoa, que circula livremente entre os dois lados do jogo, viu a suspeita ganhar força justamente por ter ouvido de Jottapê a confissão de que tudo não passara de uma pegadinha armada para as câmeras. Mayk foi direto: quem vazou "vai sair do grupo". Agora, eliminada entre as primeiras da prova e mandada para a Baia, Ariela chega à véspera da Roça em posição delicada: sem pergaminhos, sem conforto e com a desconfiança ainda pairando sobre sua cabeça. Se a intenção era provar lealdade, o fim de semana caminhou na direção oposta.

Adryana e Mônica: alvos antigos, problema novo

Adryana Ribeiro e Mônica Fonseca completam o quarteto com histórias próprias na mira do jogo. Adryana já esteve no centro de atritos ao longo da semana, e Mônica protagonizou embates diretos — inclusive a troca de farpas com Tina Calamba que agitou a sede dias atrás. Para as duas, a Baia chega como um agravante: além da exposição natural de quem já vinha sendo citado nos bastidores da votação, agora há o carimbo oficial de "derrotadas da prova", o que enfraquece qualquer argumento de força no jogo.

Vale lembrar que a Baia não é apenas um quarto ruim — é um recado. Quem dorme lá entra na semana da Roça com o moral abalado, longe das articulações que acontecem na sede e sob o olhar de quem enxerga nos moradores do cômodo os alvos mais fáceis da berlinda.

O prejuízo duplo de morar na Baia

Quem vai para a Baia paga duas vezes. Primeiro, perde os pergaminhos valiosos da semana — as vantagens em jogo no Lampião do Poder, que desta vez ficaram nas mãos de Ricardo Negro, o grande vencedor da Prova de Fogo. Segundo, fica "um passo à frente de acabarem em um temido banquinho da berlinda", como define o próprio programa.

Soma-se a isso a falta de conforto: a Baia é descrita como um "hotel 'meia estrela'", e os quatro dividem o quarto com a égua Serena. Em semana de Roça, dormir mal e acordar no cômodo mais visado da casa é uma combinação que nenhum peão deseja — ainda mais quando cada voto conta e cada fraqueza vira argumento na hora do apontamento.

O que vem por aí: a Roça de terça (29)

Com a segunda Roça se formando na terça-feira (29), sob o comando de Adriane Galisteu, os quatro moradores da Baia entram na semana como os nomes mais expostos ao voto. A pergunta que o próprio programa deixa no ar é direta: qual deles corre mais perigo de ser puxado para a berlinda?

Do outro lado do tabuleiro, Ricardo Negro chega fortalecido: além do Lampião do Poder, ele recebe o Poder da Chama Vermelha escolhido pelo público na enquete — a chance de imunizar um dos roceiros do veto da Prova do Fazendeiro, inclusive a si mesmo. O contraste não poderia ser maior: enquanto uns dormem com a égua Serena, o vencedor da noite dorme com o jogo nas mãos.

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